quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Delft

Estou escrevendo da aula. A professora é uma japonesa, phd em alguma coisa, cujo sotaque é ININTELIGÍVEL. Impossível prestar atenção no que ela fala. Concrusion: olho pros laptops da sala e vejo as páginas mais diversas; tudo menos International Law.
Então resolvi postar sobre meu dia de ontem. Que foi ótimo!
Fomos, os brasileiros do curso, convidados pelo Embaixador do Brasil em Haia, pra uma recepção na Embaixada. O evento ocorreu na hora do almoço, e foi mais um bate-papo, bem informal, sobre as relações Brasil-Holanda e o motivo de tantos brasileiros participarem do curso da Academia. Realmente, pelo segundo ano seguido, os brasileiros são a maioria aqui. Só no curso de Direito Internacional Público somos 31, tirando os 50 do Privado. E já me perguntaram por que tantos brasileiros vêm pra este curso. Talvez o fato de termos um juiz brasileiro na Corte Internacional de Justiça, o jurista Antônio Cançado Trindade, seja um dos motivos que desperta interesse dos brasileiros. E antes dele, Francisco Resek já tinha integrado a Corte, de 1996 a 2006.



Depois da Embaixada, eu, Larissa e o casal Suzana e Fabio decidimos que era uma tarde perfeita pra ir a Delft, que fica a apenas 25 minutos de bonde. E não erramos na escolha. Fiquei encantada com a cidadezinha charmosa, tão perto daqui. Fizemos um sightseeing de charrete, caminhamos muito, como sempre, e terminamos num bar-restaurante, tomando uma cerveja belga.




O dia acabou numa beach party, no Beach Company. No começo tava tudo meio esquisito, cheguei até a pensar nas horas de sono que estava perdendo pra estar ali. Mas as pessoas foram chegando, o lugar enchendo e, no final, valeu a pena, apesar do DJ mala.

**Na foto, Leo, eu, Suzana e Diana.

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