A razão principal da viagem era prestigiar meu primo Eliézer Francisco que assumiria o comando do Exército local. E assim foi. A cerimônia foi emocionante. Estávamos todas orgulhosas!
Mas outros motivos também me levaram àquela cidade, tão rica e tão carente, com sua história, infelizmente, esvaindo-se pelo descaso.
Esse aí é o Ver-o-peso, mercado onde se vende de tudo. Parecia aquelas feiras de antigamente. Um passeio por lá era uma volta ao passado.
Ali perto, a Estação das Docas, área portuária revitalizada. Onde íamos todas as tardes para um delicioso sorvetinho!
Seguindo pela orla, chegávamos ao Complexo Feliz Lusitânia, essa parte também restaurada, onde se encontram o Museu do Círio, o Forte do Presépio, a Casa das 11 Janelas e o Museu de Arte Sacra, esse aí embaixo, que vale uma visita!
Ah! Eu já ia me esquecendo que ali do lado do ver-o-peso tem o Solar da Beira, ou museu dos índios, com exposição de fotos lindíssimas de índios locais.
Fomos também ao Teatro da Paz, inaugurado em 1878. MA-RA-VI-LHO-SO! Não é tão famoso quanto o teatro de Manaus, mas é imperdível.
Imperdível também foi a passadinha na loja de tecidos Paris N'América, "um dos melhores vestígios da belle epoque na Amazônia". Arquitetura do séc. XIX, dá uma olhada na escadaria que leva ao 2º piso:
Ainda demos uma passadinha em São José Liberto, lugar onde funcionam o Museu de Gemas, o pólo joalheiro e a casa do artesão. Antigamente, era um presídio:
E o último passeio turístico foi o Mangal das Garças, um parque à beira do Rio Guamá que possui um viveiro de borboletas e outro de pássaros, além da natureza exuberante. Todos adoraram!
E pra finalizar, um agradecimento especial pra Verinha pelas aulas de Botânica e de História!
... o flagra sensacional do Barba, um presentinho pra Déa, outro pra Clô ...
... e os primos lindos e queridos que estão fazendo a maior falta!!! Um beijo e um abraço forte em cada um!